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 CURSO - PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PARA 2011/2012 - MUDANÇA DO LUCRO PRESUMIDO/SIMPLES PARA O REAL

Comece a organizar-se agora através do Planejamento

09 de dezembro em São Paulo - SP

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Curso: Planejamento Tributário para 2011/2012 - Mudança do Lucro Presumido/Simples para o Real

Data: 09/12/2011
Horários: 8:30 às 17:30

Local: Vista Paulista– Rua Vergueiro, 1421 - 12º Andar Torre Sul – Paraíso - São Paulo - SP (Mapa)

Incluso: Material Didático, Coffee-Break, Certificado de Conclusão
Carga horária: 08 horas/aula.

Investimento: solicitar informações

 

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Veja a programação dos cursos de Planejamento Tributário nos Pis e Cofins para:

Rio de Janeiro - RJ
Porto Alegre - RS
Recife - PE
Curitiba - PR
São Paulo - SP

Introdução:

O Lucro Presumido e o Simples vêm se tornando muito onerosos, conforme a atividade da empresa, por isso a mudança para o Lucro Real é inevitável. Nesse sentido, as informações a serem transmitidas, além de economia tributária, trarão tranqüilidade para Contadores, Administradores, Sócios na transição de um regime de tributação para o Lucro Real. Assim, o Planejamento Tributário é imprescindível, em primeiro lugar para garantir a segurança à empresa e depois para pagar menos tributos utilizando os meios legais.

Objetivos:

Este curso é eminentemente prático, não trata-se apenas de roteiros didáticos de Planejamento Tributário, mas e sim sobre soluções práticas para que sua empresa consiga reduzir a tributação de maneira legal.

O professor traz ao longo de sua vivência nas empresas inúmeras possibilidades de redução da carga tributária, utilizando principalmente a contabilização correta.

Curso idealizado exclusivamente pelo Portal de Auditoria

Programa:

· Composição do Balanço Patrimonial;
· Aproveitamento de créditos e duplicatas não recebidas;
· Como simplificar o controle e inventário do estoque e sua valoração com economia tributária;
· Como avaliar bens do ativo imobilizado e potencializar a sua depreciação;
· Classificação de dívidas tributárias e sua dedutibilidade;
· Levantamento e classificação do passivo oculto objetivando reduzir a base de cálculo de tributos, momento para sua contabilização;
· Despesas ocultas não contabilizadas e que podem ser dedutíveis;
· Regime Tributário PIS e COFINS – como pagar menos;
· Planejamento tributário utilizando as contas de créditos a receber;
· Planejamento tributário visando à depreciação do ativo imobilizado;
· Planejamento visando à amortização de bens do intangível;
· Aproveitando os tributos retidos;
· Dedução de despesas e custos pelo regime de competência que irão diminuir o lucro tributável;
· Contabilizando o passivo oculto;
· Apropriando fornecedores pelo regime de competência;
· Dedutibilidade dos tributos quando não pagos ou parcelados e o seu reflexo no ir e na csll;
· Aproveitando o novo refis para diminuir a tributação;
· Técnicas contábeis para reduzir o IRPJ e CSLL;
· Mudanças nas Leis 11.638 e 11.941 para o fechamento do balanço;
· Adições e exclusões Lalur - Como apurar o lucro real: trimestral x estimativas mensais;
· Dúvidas e soluções relativas à mudança do Presumido e Simples para o Lucro Real.

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FACILITADOR PROF. PAULO HENRIQUE TEIXEIRA

Contador, Auditor, Advogado Tributarista, Consultor de empresas de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Coordenador Técnico dos sites Portal de Auditoria, Valor Jurídico, sócio administrador da Maph Auditoria Assessoria Empresarial, Autor de vários Livros e Obras Eletrônicas, entre as principais: Créditos de Pis e Cofins, Contabilidade Tributária, Auditoria Tributária, Blindagem Fiscal e Contábil, Como Calcular o IRPJ - Lucro Real, Como Calcular o IRPJ - Lucro Presumido, Defesa do Contribuinte em Autuação Fiscal, Fechamento de Balanço com Economia de IRPJ e CSLL, Gestão Tributária, IPI – Teoria e Prática.

Atualmente dedica-se em tempo integral para pesquisa e atuação na área tributária, buscando uma interpretação e entendimento da lei a favor do contribuinte, colaborando para reduzir a carga tributária e conseqüentemente aumentando a rentabilidade das empresas.

Ver currículo deste palestrante.



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ARTIGO SOBRE CRÉDITOS DE PIS E COFINS


A CONTABILIDADE COMO BASE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

A base de um adequado planejamento fiscal é a existência de dados regulares e confiáveis.

A contabilidade, sendo um sistema de registros permanentes das operações, é um pilar de tal planejamento.

Por contabilidade, entende-se um conjunto de escrituração das receitas, custos e despesas, bem como de controle patrimonial (ativos e passivos), representado por diversos livros, dentre os quais:

  1. Livro Diário
  2. Livro (ou fichas) Razão
  3. Inventário e Controle de Estoques
  4. Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR)
  5. Apuração do ICMS
  6. Apuração do IPI
  7. Apuração do ISS, etc.

Tal conjunto de informações e sistemas irá gerar os dados preliminares para análise tributária. Obviamente, se desejamos reduzir tributos, temos que saber quanto estamos gastando com eles na atualidade! Partimos de um fato real (quanto gastamos) para compararmos com estimativas econômicas (quanto pagaremos).

Sem contabilidade, o planejamento tributário ficará dependente de informações avulsas, não regulares, sujeita a estimativas, erros e avaliações equivocadas.

Para que a contabilidade se preste ao planejamento, a mesma deverá estar refletindo a situação real do patrimônio e das receitas e despesas.

Contas com saldos distorcidos, falta de atendimento do regime de competência, atrasos na escrituração, conciliações incorretas, etc. são fatores que diminuem a qualidade da informação contábil. Por conseguinte, diminuirão a qualidade do planejamento pretendido.

O planejador de sucesso, na área tributária, irá buscar, basicamente:

1.     Informações precisas sobre os tributos (base de cálculo, alíquotas, prazos de recolhimento, fato gerador, etc.)

2.     Dados internos e externos do contribuinte (lucratividade, volume de negócios, forma de operações, entre outros).

A partir da coletânea 1 e 2 supra, começará a comparar, analisar, verificar, deduzir, pressupor e idealizar alternativas lícitas para redução fiscal.

Um exemplo: se o contribuinte está no lucro presumido, onde está dispensado de escrituração contábil, porém a mantém, poderá avaliar, periodicamente, a vantagem/desvantagem deste regime, com base nos resultados gerados nos períodos a que se submeteu a esta forma de tributação, comparativamente ao regime do Lucro Real.

Quando se aplicar o planejamento pretendido, a execução do mesmo precisa ser avaliada, á luz de critérios objetivos. Novamente a contabilidade se prestará para tal, pois seus registros evidenciarão, entre outros:

a)    A execução do planejamento tributário trouxe redução de impostos? Quanto?

b)    Houve custos adicionais (administrativos, consultoria) nesta implantação? Quais foram estes custos e seu respectivo montante?

c)     Baseado nos resultados já alcançados pode-se afirmar que o planejamento fiscal foi aplicado de forma eficaz, econômica?

Balancetes “velhos” ou mal conciliados podem distorcer seriamente a análise real da situação fiscal da empresa. É imprescindível que o reconhecimento de todas as receitas e despesas se faça pelo chamado “regime de competência” e não pelo regime de caixa.

Segundo o princípio da competência, as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente, quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.

O Princípio da Competência determina quando as alterações, no ativo ou no passivo, resultam em aumento ou diminuição no patrimônio líquido, estabelecendo, ainda, diretrizes para classificação das mutações patrimoniais, resultantes da observância do princípio da oportunidade.

O reconhecimento simultâneo das receitas e despesas, quando correlatas, é conseqüência natural do respeito ao período em que ocorrer sua geração.

As receitas consideram-se realizadas:

a) nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme de efetivá-lo, quer pela investidura na propriedade de bens anteriormente pertencentes à entidade, quer pela fruição de serviços por esta prestados;

b) quando do desaparecimento, parcial ou total, de um passivo, qualquer que seja o motivo;

c) pela geração natural de novos ativos independentemente da intervenção de terceiros.

Assim, por exemplo, a simples emissão de pedido comercial não é considerada receita, pois a transação com o terceiro não foi completada, faltando para tanto a investidura na propriedade de bens. Somente quando houver a tradição (entrega) do bem solicitado, é que se registrará a receita respectiva.

Consideram-se incorridas as despesas:

a) quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiros;

b) pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo;

c) pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo.

Desta forma, numa venda de mercadoria com cláusula CIF (Cost, Insurance and Freight – modalidade pelo qual o preço da mercadoria vendida inclui despesas com seguro e frete até o local de destino), o vendedor deve registrar imediatamente o custo do frete e seguro, já que se trata de uma obrigação (conta a pagar) com surgimento de um passivo (item c acima).

Outro exemplo: a depreciação de bens do ativo imobilizado deve ser registrada periodicamente (em períodos mensais) para registrar a diminuição, no tempo, do valor econômico dos ativos (item b acima).

O sistema contábil adotado pela empresa precisa estar integrado e coordenado com os demais setores, de forma informatizada, visando facilitar o registro dos fatos e contando com a rapidez necessária para a geração de dados confiáveis e periódicos.

O contabilista é a pessoa chave nesta gestão, e é preciso apoio, treinamento e motivação necessários para que este profissional participe efetivamente do planejamento tributário na empresa. Aliás, há vários contabilistas à frente deste processo, nada impedindo, é claro, que uma outra pessoa possa assumir este encargo, desde que tenha sólidos conhecimentos de tributação.

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 OBRAS RELACIONADAS AO ASSUNTO

GESTÃO E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - IRPJ, PIS, COFINS, CSLL, ICMS, IPI, ISS GESTÃO E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - IRPJ, PIS, COFINS, CSLL, ICMS, IPI, ISS GESTÃO E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO - IRPJ, PIS, COFINS, CSLL, ICMS, IPI, ISS6- Fechamento de Balanço - 2010 - Economia de IRPJ e CSLL 

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Confira abaixo alguns depoimentos de participantes de nossos cursos

 

"O curso foi muito produtivo, pois foi desenvolvido com o objetivo de reduzir a carga tributaria do PIS/COFINS. O conhecimento adquirido será de grande beneficio no desenvolvimento profissional onde será devidamente aplicado."

Evanio de Lima  - SB Comercio Ltda.
 

"O tema em questão é impressionante para o aperfeiçoamento profissional tanto nas áreas contábil e jurídica e para a atividade de pratica. Sugiro que seja realizado um Workshop desta área pelo menos com 2 dias de curso incluindo atividade pratica entre os participantes."

Daniel Mendes - montanha Mendes Advogados Associados

 

"Excelente o curso. No meu caso,pretendo implantar daqui a algum tempo na empresa em que atuo.Como sugestão o curso poderia abordar,por exemplo,auditoria em uma empresa prestes a “quebrar”, e se for o caso mais um dia de curso,no caso indo até o sábado"

Manuel Dionisio da Cruz Monteiro - Susa do Brasil Indústria e Com. de Couros e Confec. Ltda

 

"O curso foi excelente, e o professor competentíssimo. Parabéns."

Georgette Erna Karlin - M&G América Latina

 

"Ministrado de forma excelente.Bem cadenciado."

Claudio Augusto - TERRAS DE AVENTURA IND. ARTG. ESPORTIVOS LTDA 

 

Outras empresas que já realizaram cursos com o Portal de auditoria

OBS: O Portal de Auditoria reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja formação da turma, restituindo o valor integral da inscrição no prazo de 03 dias úteis, a contar da data de cancelamento.

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Legislação Tributária - Instrução Normativa - Portarias - MTE - IR, PIS, COFINS, IPI, ICMS, INSS Planejamento Tributário PIS/COFINS para SUPERMERCADOS e HIPERMERCADOS,curso de planejamento tributario, planejamento tributario, curso do lucro presumido, lucro presumido, lucro real, curso de planejamento tributário mudança do lucro presumido e simples nacional para o lucro real, mudança de regime tributario, curso tributario, cursos tributarios, informações tributarias, tributário