Auditoria Interna - Formação de Auditores Internos, Auditoria Operaciona, Auditoria em Contas a Pagar, Auditoria em Contas a Receber, Controles Internos, Relatórios de Auditoria
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           Oficina de Auditoria Interna
 Curso - Matriz de Riscos em Auditoria Interna
     

Dia 01 de Julho em Curitiba - PR

 

Oficina de Auditoria Interna

Carga-horária: 08 horas/aula
Data:
01 de Julho de 2011
Horário:
Início 8:30 horas e término 18:00 horas
Local:Associação Comercial do Paraná - ACP. Rua XV de Novembro, 621 - 4º andar  - CURITIBA - PR
Investimento: Valor do módulo Individual R$790,00

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5ª Oficina Prática de Auditoria Interna - em Curitiba - PR

Veja os outros cursos da 5ª Oficina de Auditoria:
 

·         1º dia - Como Implementar um Modelo de Auditoria Interna

·         2º dia - Documentação em Auditoria Interna

·         3º dia - Auditoria Interna Operacional

·         4º dia - Matriz de Riscos na Auditoria Interna
 

INTRODUÇÃO:


A mensuração qualitativa de riscos pode ser gerada através de uma matriz de riscos, onde o nível de risco é definido pela composição das variáveis freqüência (probabilidade) e impacto financeiro (severidade), associadas aos eventos de perda (fatores de risco) inerentes ao processo avaliado. A matriz de riscos é uma ferramenta que pode ser empregada na análise de riscos de processos de várias naturezas. Em Figueiredo (2001) a matriz de riscos é utilizada na avaliação de riscos operacionais e de riscos ambientais, respectivamente.


Segundo Bergamini Junior (2005), a tabulação dos riscos em uma matriz permite a clara e ordenada identificação dos riscos que podem afetar a empresa, tanto em termos de freqüência quanto de impactos. Em geral, adota-se uma classificação qualitativa para os níveis de freqüência e de impacto, que poderá variar em função do processo avaliado, da cultura da empresa ou do segmento de mercado de atuação da empresa, entre outros fatores.


OBJETIVOS:


O objetivo deste curso é a correta aplicação e entendimento desta importantíssima ferramenta na gestão de riscos corporativos.

DESTINADO A:


Auditores Internos e Externos, profissionais da área Administrativa, Controles, Gestores e outros interessados em obter conhecimentos para prevenir e reduzir passivos trabalhistas através de uma gestão adequada.

PROGRAMA:

• Conceitos e introdução da Matriz de Riscos

• Análise de Riscos

• Elaborar Relatórios

• Classificação de Riscos

• Exemplos de Papeis de trabalho

• Papel do Auditor,Controller ou do Administrador

• Sugerindo e elaborando um Plano de Ação

• Como analisar o perfil da sua empresa

• Comitê de Auditoria

• Estudos de caso, análise e exercícios
 



FACILITADORA
- PROFESSORA - ROBERTA MARZANO
 

Formada em Administração de Empresas e Ciências Contábeis pela FECAP, especialista na aplicação da Sarbanes- Oxley, pôs Graduada em gestão de Projetos na FIA/USP.  Gestora da Área de Controles Internos/Auditoria, Certificada pela FIA, mais de 10 anos de experiência, forte participação na área de projetos em empresas multinacionais de grande porte; experiência internacional –Madrid (ES) na área contábil. Ministra cursos e treinamentos de especialização de auditores internos pela FGV.
 


Mais assuntos sobre Auditoria e Controles Internos

CONTROLES INTERNOS SEGUNDO O COSO (Commitee Of Sponsoring Organizations)

Prof. Ibraim Lisboa
Obra Auditoria Interna - Conceitos e Prática

A Auditoria Interna vem passando por mudanças bastante profundas, que envolvem não só alterações no instrumental e na metodologia, como também na sua própria função nas empresas.

Muito se tem falado sobre controles internos. O que é um controle interno? É um normativo? É um sistema? Afinal, para que serve um controle interno? É uma ferramenta para auxiliar as operações de uma empresa ou para atrapalhar? É um instrumento que só é útil à auditoria ou a toda empresa?
Estas perguntas eram respondidas de diferentes maneiras, conforme a quem se perguntava.

Gerentes tinham uma opinião sobre controle interno que não era a mesma dos auditores internos, que por sua vez tinham uma visão diferente dos funcionários da controladoria. A falta de um denominador comum ajudava a aumentar a confusão sobre o papel e significado dos controles internos para a empresa.

Para os integrantes do COSO, o ponto de partida é a definição de controle interno. O que é e para que servem os controles internos? O grupo chegou à seguinte definição:

"Controle Interno é um processo, desenvolvido para garantir, com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da empresa, nas seguintes categorias:

Eficiência e efetividade operacional (objetivos de desempenho ou estratégia): esta categoria está relacionada com os objetivos básicos da entidade, inclusive com os objetivos e metas de desempenho e rentabilidade, bem como da segurança e qualidade dos ativos;

Confiança nos registros contábeis/financeiros (objetivos de informação): todas as transações devem ser registradas, todos os registros devem refletir transações reais, consignadas pelos valores e enquadramentos corretos;

Conformidade (objetivos de conformidade) com leis e normativos aplicáveis à entidade e sua área de atuação.

De acordo com a definição acima, o objetivo principal dos controles internos é auxiliar a entidade atingir seus objetivos. Controle interno é um elemento que compõe o processo de gestão.

O controle interno é responsabilidade de todos.

Controle interno proporciona uma garantia razoável, nunca uma garantia absoluta. Controle interno efetivo auxilia a entidade na consecução de seus objetivos, mas não garante que eles serão atingidos. E por que? Por vários motivos:

custo/benefício: todo controle tem um custo, que deve ser inferior à perda decorrente da consumação do risco controlado;

conluio entre empregados: da mesma maneira que as pessoas são responsáveis pelos controles, estas pessoas podem valer-se de seus conhecimentos e competências para burlar os controles, com objetivos ilícitos.

eventos externos: eventos externos estão além do controle de qualquer organização. Exemplo disso, foram os acontecimentos do dia 11/09/2001, nos Estados Unidos. Quem poderia prever ou controlar os fatos ocorridos?
 

 

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