Cada um dos 12 módulos foram pensados especificamente nas
principais funções que o auditor interno desempenha na
corporação, para que seja possível adquirir conhecimento, trocar
experiências através dos chats, fórum e e-mails, com o professor
e outros alunos.
Os alunos que concluírem essa formação serão relacionados em uma
seleta lista que é pesquisada diariamente pelos recursos humanos
de inúmeras empresas, portanto, será de benefício individual
curricular e também das corporações que poderão treinar seu
pessoal e ao mesmo tempo ter contato com diversos currículos.
1. A moderna concepção da Auditoria
Interna;
2. O Papel da Auditoria Interna na atualidade
empresarial;
3. Funções Básicas da Auditoria Interna;
4. Gestão de Riscos Empresariais
5- Controle Interno ( COSO, Sarbanes Oxley)
6.Governança Corporativa
7.Modalidades de Auditoria Interna;
8. Diferenças básicas entre Auditoria Interna e a
Auditoria Externa;
9. Normas Internacionais para o exercício Profissional
da Auditoria Interna;
10. Gerenciamento Prático de uma Área de Auditoria
Interna
11. Gestão e Desenvolvimento dos Recursos Humanos da
Auditoria Interna
12. Habilidades Técnicas e comportamentais do
profissional de Auditoria;
13. Perfil e Qualidades do Auditor Interno;
14. Código de Ética do Auditor Interno;
15. Comunicação e relacionamento entre Auditor e
Auditado.
16. Planejamento e Execução dos Trabalhos de Auditoria
Interna.
1. Considerações Iniciais
2. Auditoria Interna Operacional dos estoques no cenário
atual
3. Controles Internos sobre processos operacionais de
estoques
4. Logística e Planejamento relacionado aos estoques
5. Controles Internos sobre processos de compras
6. Controles internos aplicáveis aos processos de
armazenagem e expedição de produtos
7. Controle Interno Contábil
8. Inventários Físicos
9. Procedimentos de Auditoria
10. Revisão de Controles Internos de processos com foco
em riscos
11. Tratamento das diferenças de inventários
12. Análise da realização dos estoques
13. Como prevenir perdas e desperdícios por erros,
fraudes e fragilidades de controles nos processos
operacionais que envolvem estoques
1- Considerações Iniciais
2- Revisão e Avaliação de Processos e Controles Internos
de Contas a Receber
2.1Controle Interno focado em riscos
3- Auditoria de Duplicatas a Receber
3.1 Questionário de Controle Interno para Contas a
Receber
3.2 Questionário sobre Controle Interno de Vendas
3.3 Programa de Auditoria para Contas a Receber
4- Procedimentos de Auditoria
4.1 Confirmação de Saldos (circularização)
4.2 Exames Alternativos
4.3 Exame das Confirmações Recebidas
4.4 Exame da Realização das Contas a Receber
4.5 Exame da Provisão para Devedores Duvidosos
4.6 Riscos Operacionais (Inadimplência, Fraudes e
Desvios em recebíveis)
5- Auditoria em Outras Contas a Receber
5.1 Adiantamentos Diversos (Fornecedores, Funcionários,
Clientes e Empresas Coligadas)
1- Considerações iniciais
2- Planejamento da Auditoria
3- Revisão e Avaliação de Processos e Controles Internos
em Contas a Pagar
3.1Controle Interno focado em riscos
4- Auditoria em Contas a Pagar
4.1 Questionário de Controle Interno para Contas a Pagar
4.2 Questionário sobre Controle Interno de Compras
4.3 Programa de Auditoria para Contas a Pagar
5- Procedimentos de Auditoria
5.1 Confirmação de Saldos(circularização)
5.2 Exames Alternativos
5.3 Exame das Confirmações Recebidas
5.4 Exame de Contingências e Provisões Diversas
5.5 Riscos Operacionais ( Fraudes e Desvios em
pagamentos )
6- Auditoria em Outras Contas a Pagar
1- Considerações Iniciais
2- Planejamento da Auditoria
3- Revisão e Avaliação de Processos e Controles Internos
sobre Bens Patrimoniais
3.1 Pontos de Controle Interno
4- Auditoria em Bens Patrimoniais
4.1 Questionário de Controle Interno para Bens
Patrimoniais
4.2 Questionário sobre Controle Interno para Aquisições
de Bens Patrimoniais
4.3 Programa de Auditoria para Bens Patrimoniais
5- Procedimentos de Auditoria
5.1 Inventário Físico e Periódico dos Bens Patrimoniais
5.2 Exames das Adições, Baixas e Transferências de Bens.
5.3 Exame dos Controles de Custos e Depreciações
5.4 Exame de Contingências e Provisões Diversas
5.5 Riscos Operacionais( Fraudes e Desvios em processos
que envolvem Bens Patrimoniais)
2. A importância da Logística para o mercado e as
empresas.
3. A Importância da Auditoria em Logística para as
empresas.
4. Como são desenvolvidas as atividades referentes à
logística interna na organização;
5. Analisar as atividades da logística interna e
operações da empresa;
6. Investigar como ocorre o Planejamento das
Necessidades de Materiais , bem como a programação das
operações, estoques e suprimentos no setor produtivo;
7. Elaborar um Programa de Auditoria para as diversas
atividades da Logística. (CSA-Control Self Assessment)
8. Levantar os procedimentos de recebimento, manuseio e
recebimento de materiais adotados pela empresa.
9. Avaliação dos tópicos para análise, dicas de
aperfeiçoamento e vários Chek-lists como ferramenta
prática para avaliação do processo logístico interno de
uma empresa, que servirá como base para a estruturação
de um programa de auto-avaliação (Control
Self-Assessment) que vai identificar as oportunidades de
melhoria na logística interna da empresa.
10. Casos práticos (Check-list e testes de auditoria)
11. Elaborar Relatório de Auditoria com os pontos
identificados na realização dos trabalhos.
1 – COMO PLANEJAR E EXECUTAR A AUDITORIA
INTERNA EM RECURSOS HUMANOS
Planejamento Estratégias de abordagem inicial
Identificação de prioridades e riscos
O papel dos Auditores e Auditados no processo de
auditoria
Levantamento das políticas de Recursos Humanos
Apresentação, contatos interpessoais e ética
2 – AUDITORIA NOS CONTROLES E SISTEMAS DE GESTÃO EM RH
Recrutamento e Seleção de Pessoal
a) Fases do Recrutamento e Seleção
b) Definição do Perfil do Cargo
c) Início do Recrutamento
d) Entrevista de Seleção
e) Seleção de Candidatos
Contratação de Pessoal
a) Tipos de Contratos: CLT, Contratações Diferenciadas e
Contratos Terceirizados Integração do Colaborador na
Organização
a) Etapas do Processo de Integração
b) Relacionamentos Internos: Comunicação
Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas
a) Objetivos do Treinamento
b) Etapas do Processo de Treinamento
c) Avaliação de Treinamento: Individual e dos Gestores
Avaliação de Desempenho Individual: Níveis Operacionais
e Gerenciais
Cargos e Salários
Participação nos Lucros ou Resultados (PLR)
Auditoria em Riscos Trabalhistas
a) Admissões
b) Horas extras
c) Férias
d) Décimo terceiro salário
e) Jornada de Trabalho
f) Registro de empregados
g) Folha de pagamento
h) Recolhimento de encargos
i) Desligamentos de Pessoal / Rescisões Contratuais
j) Segurança e medicina do trabalho
k) Reclamações Trabalhistas (ações judiciais)
Auditoria em Benefícios: Obrigatórios e Facultativos
Rotatividade de Pessoal (Turn-Over) e Absenteísmo
Procedimentos no Atendimento à Fiscalização do Trabalho
Procedimentos quanto à Guarda de Documentos
· O que é e como pode ser aplicada essa ferramenta
preventiva como auto-revisão dos processos de
contratação de terceiros
· A moderna concepção da auditoria
2- COMO PLANEJAR E EXECUTAR A AUDITORIA EM CONTRATAÇÃO
DE TERCEIROS
· Planejamento dos trabalhos
· Estratégia de abordagem inicial
· Identificação de prioridades e riscos
· O papel dos auditores e auditados no processo de
auditoria
3- O MECANISMO DA TERCEIRIZAÇÃO
· Histórico da terceirização no Brasil e no Mundo
· Razões que levam as empresas a terceirizar as suas
atividades
· Considerações gerais sobre terceirização
· Modalidades de contratações terceirizadas
· Áreas de aplicação da terceirização
· Fatores comprometedores da contratação de serviços e
mão-de-obra terceirizada
4- AUDITORIA EM PROCESSOS DE SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE
TERCEIROS
· Capacidade empresarial do terceiro
· Análise cadastral do terceiro
· Custo real da modalidade terceirizada (serviço ou
mão-de-obra)
· Rotinas preventivas para empresas tomadoras de
serviços terceirizados
5- AUDITORIA EM CONTRATOS DE TERCEIROS – Aspectos Legais
· A importância do Contrato Eficaz e Seguro-(Cláusulas
contratuais)
· Documentação e procedimentos relevantes do terceiro
· Procedimentos para pagamento do terceiro
· Retenções tributárias de terceiros prestadores de
serviços
· Evidência de Procedimentos na Contratação para evitar
a geração de Passivo
Trabalhista/Tributário/Financeiro.(Riscos contratuais)
· Inclusão de cláusulas inovadoras e assecuratórias para
garantir desempenho, produtividade e qualidade do
terceiro
6- AUDITORIA DE GESTÃO EM CONTRATOS
TERCEIRIZADOS-Aspectos Estratégicos
· Ações do Gestor/Fiscal-Postura/Atribuições/Perfil
· Diagnose empresarial/contratual – procedimentos
· A responsabilidade civil e criminal do tomador dos
serviços
· Responsabilidade solidária e subsidiária
· Atendimento à fiscalização/atuação da DRT e do MPT
· Solução de divergências nas rescisões contratuais via
arbitragem
7- O RELATÓRIO DA AUDITORIA
· A importância do relatório final
· Como apresentar e implementar relatórios
8- DIFERENCIAL DESSE TREINAMENTO
Será disponibilizado aos participantes Roteiros e
Procedimentos de Auditoria como parte integrante do
material didático, imprescindível para auditar e
acompanhar a gestão de contratos terceirizados.
1. Fundamentos de Auditoria Interna com foco em processo
e risco.
Origem e Evolução da Auditoria Interna
Estrutura da Auditoria Interna
Alinhamento das atividades ao planejamento estratégico
das organizações
Tipos de Auditoria
IPPF-Estrutura e Normas Internacionais de Práticas
Profissionais
O Estatuto da Auditoria Interna
O Mercado de Trabalho no Brasil
2. Auditando em um ambiente de Governança, Riscos e
Controles Integrados
Código de Ética e Conduta Operacional
A importância da correta divulgação da estratégia da
organização
Relacionamento com Orgãos Reguladores e Comitês da
Auditoria
Trabalhos complementares entre auditorias interna e
externa
3. Auditoria pós Sarbanes Oxley, melhores práticas de
acordo com os requisitos da Lei SOX e princípios do COSO
Mudança cultural e desafios da auditoria interna pós Lei
SOX e aplicação da metodologia COSO para avaliação de
controles e riscos
O Comitê de Auditoria
Fortalecimentro do ambiente de controles com a adoção de
canais de denúncia
4. Avaliação Contínua de Riscos - Atividades aplicadas
pelos auditores para avaliar riscos
Conceito de Gestão de Riscos
Tipos de Riscos
Processo de análise geral de riscos
Avaliação de riscos
Papel da Auditoria Interna na Gestão de Riscos
5. Auditoria de Fraudes
Evidenciação de Fraudes
Investigação de Fraudes
Tipos de Fraudes
Ética e Prevenção de Fraudes
Fraudes x Risco Operacional
6. Comunicações de Auditoria
Tipos de Comunicações e sua Aplicação
Requisitos e Atributos Gerais das Comunicações
Relatório e Sumário Executivo
7. Planos de Ação e Acompanhamento
Da Recomendação ao Plano de Ação
Conflitos com os Gestores e Habilidades de Negociação
Acompanhamento e Implementação
Módulo II – Controle Interno e seus Elementos
Nos últimos anos, as estruturas de Controles Internos
ficaram ainda mais em evidência, como consequência de
dois principais fatores: a crise econômica mundial e os
casos de fraudes internacionais que provocaram prejuízos
financeiros, porque aumentaram os riscos sobre
investimentos e impactaram na relação de transparência
das empresas.
Este treinamento aborda os conceitos, a origem e
aplicabilidade dos Controles Internos. Dessa forma, os
participantes terão a capacidade de atestar se as
empresas implementaram um sistema de controle eficaz em
seus processos financeiros.
O resultado é o aumento do grau de confiança dos
investidores, garantindo maior transparência dos
processos pelos quais divulgam suas informações.
1.Novo Modelo no Enfoque do Controle Interno
O que são
Origem/Evolução
Para que servem
Objetivos de sua aplicação
Lei Inerente (SOX)
Aplicabilidade no Brasil
Base para aplicação
COSO
Os 7 Elementos
Objetivos dos controles
Governança Corporativa
Estrutura documentação regulatória
2.Conceitos de Controle Interno
Conceito
Componentes do controle interno
Objetivo da avaliação do controle interno
Destruidores de valor das empresas
Visão de controles na gestão de riscos e valor aos
acionistas
Missão da área de controles internos
3.Metodologias de Identificação, Mapeamento e Aplicação
dos Controles
Fluxograma
Questionário de avaliação do controle interno
Documentação regulatória (políticas, normas,
procedimentos e padrões)
Racionalizando controles com uma visão orientada para
riscos
Como implementar controles para atingir objetivos
corporativos
Como justificar os custos de implementação de controles
para a alta administração
4. CSA-Control Self Assesment (Auto Avaliação de
Controle)
Motivação para Implementação
Diretrizes para Implementação
Fatores Críticos de Sucesso
Etapas de Implementação
5. Exercícios Práticos de Mapeamento de Controles,
Identificação de Riscos e Aplicação de Controles
Eficientes e Eficazes
Aplicação
Orientação
Revisão
Debates
Módulo III – Gestão de Riscos
A gestão de riscos um tema que suscita crescente atenção
no mundo empresarial e diversas novas funções
relacionadas a gestão de riscos vem surgindo, como
assessor de gestão de riscos, risk officer e coordenador
de gestão de riscos.
Entretanto, ha muitos anos os auditores internos vem,
cada vez mais, planejando e executando seu trabalho
tendo como referencial o mapeamento de riscos.
Nessa mesma linha, os auditores externos tem
desenvolvido metodologias que contemplam, entre outros
assuntos, o mapeamento de riscos relacionados com as
demonstrações financeiras.
1. A importância da Gestão de Riscos nos Processos de
Auditoria
Novos riscos surgem com novos tipos de estruturas
corporativas e mudanças na tecnologia da informação.
Muitos controles sobre informações e ativos tem sido
comprometidos ou ate eliminados como resultado de
processos de reengenharia, terceirização, downsizing e
redução de níveis organizacionais.
Ha diferentes tipos de riscos, com características
diferentes em função do ambiente empresarial em que a
companhia atua e das próprias características
operacionais. Portanto, cada tipo de companhia tem um
universo de riscos diferente.
No novo contexto empresarial que vem emergindo, as
organizações virtuais , com seus processos de produção e
distribuição terceirizados, apresentam riscos
específicos, mas administráveis, relacionados à
satisfação dos clientes, à evolução tecnológica e ao
controle de custos.
Para analisar, mapear e, principalmente, tomar decisões
em termos de priorização e alocação de recursos para
monitoramento de riscos, é sempre recomendável uma
categorização destes por natureza e consequente
relevância.
Assim, recomenda-se, entre outras, a seguinte
classificação:
2.Tipologia dos Riscos
Riscos relacionados à estratégia
Riscos financeiros
Riscos relacionados à tecnologia da informação
Riscos operacionais
Riscos de conformidade
Riscos relacionados ao meio ambiente
3.Classificação dos riscos
Impacto alto, médio ou baixo;
Probabilidade alta, media ou baixa.
Estável (nada sendo mudado).
Crescente (devido a fatos como aumento de atividade).
Decrescente (por previsão de implantação de novo
sistema).
4. Componentes da Gestão de Riscos
Ambiente Interno
Fixação de objetivos
Identificação de eventos
Avaliação de riscos
Resposta a risco
Atividades de Controle
Informações e comunicações
Monitoramento
5. O processo de Risk Assessment
Introdução ao ERM- Enterprise Risk Management
Parceria entre Auditores e Gestores
Levantamento de riscos junto aos gestores
Revisão dos riscos pela Auditoria
6. Prioridades de Auditoria de riscos
Processos que sofreram significativas alterações
Preocupações da alta administração
Fatores conjunturais e de mercado
7. Fatores de limitação que podem afetar as prioridades
Recursos Humanos
Acesso a informações
Custos de deslocamentos
8.Outros aspectos a considerar
Processos de baixo risco
Profundidade das análises
Reavaliação dos riscos
• Regras Básicas para Elaboração de Papéis de Trabalho
• Características dos Papéis de Trabalho
• Evidências das Verificações
• Exigências dos Papéis de Trabalho
• Identificação dos Papéis de Trabalho
• Propriedade dos Papéis de Trabalho
• Tipos de Papéis de Trabalho
• Compilação de informações
• Arquivamento
• Pasta permanente
• Pasta corrente
• Prazo
• Referenciação
• Padronização dos Papéis de Trabalho
• Elaboração dos papéis de trabalho
• Padrão da Auditoria dos Principais Ciclos Operacionais
• Conclusão sobre os trabalhos efetuados
2- RELATÓRIOS DE AUDITORIA
• Considerações Iniciais
• Importância do Relatório
• Diferenciação entre Relatório e Parecer
• Estrutura Adequada
• Identificação do Público Leitor
• Redação Objetiva
• Apresentação
• Organização dos Tópicos
• Elaboração do Indice
• Desenvolvimento dos Assuntos
• Coesão do Texto
• Unidade de Estilo e Forma de Redação
• Emprego de Padrões
• Fatores que prejudicam a Eficiência da Redação
• Fatores que contribuem para uma Redação Eficiente
• Problemas Básicos de Redação
• Exemplos de Redação Imprópria usada em Relatórios de
Auditoria
• Exemplos de Relatórios de Auditoria Interna
• Normas Internacionais de Auditoria
Interna, introdução e importância.
• Benefícios das Normas Internacionais para o
Departamento de Auditoria Interna.
• O IIA - The Institute of Internal Auditors como
entidade responsável pela edição das Normas
Internacionais.
• O IIA e as “Normas para o exercício profissional de
auditoria interna”, contendo a Estrutura Internacional
de Práticas Profissionais (IPPF) e o Código de Ética do
auditor interno.
• Propósito das Normas Internacionais e as orientações
mandatóri* as definidas pelo IPPF ((International
Professional Practices Framework ).
• Definição de Auditoria Interna conforme as melhores
práticas.
• Estatuto de Auditoria Interna e sua importância para a
definição e atribuições da Auditoria Interna.
• Código de Ética, importância e seus benefícios.
• Estrutura das Normas Internacionais.
• Entendimento e Interpretação de cada Norma
Internacional.
• Discussão de cada Norma Internacional, comparando com
a estrutura e metodologia praticada na empresa.
• Q.A – Quality Assessment Definição, objetivo,
benefícios e vantagens na obtenção.
• Certificação dos Departamentos de Auditoria Interna.
Definição, importância, benefícios, vantagens e como
obtê-la conforme as melhores práticas e normas
Internacionais definidas pelo IIA.
• IIA – The Institute of Internal Auditors como único
órgão responsável em fornecer o selo de garantia da
qualidade internacional (Certificação dos Departamentos
de Auditoria).